quinta-feira, 8 de setembro de 2011 0 comentários

A obesidade no mundo

A obesidade é o aumento exponencial de gordura, de forma que o excesso de peso começa a causar diversos problemas de saúde. Ela pode ser identificada de muitas formas, entre elas, através do IMC (Índice de Massa Corpórea). Muitas doenças estão associadas à obesidade e é grande o número de óbitos decorrentes desse desequilíbrio.

As doenças mais comuns derivadas da obesidade são cardiovasculares, diabetes, apneia e osteoartrite. Alguns fatores podem gerar o sobrepeso em uma pessoa, como o estilo de vida, origem genética e outras doenças.

O estilo de vida sedentário, regado a alimentos e bebidas ricos em gordura e açúcar se tornou mais comum nos últimos 25 anos. O desenvolvimento da tecnologia para trazer conforto ao ser humano fez com que o gasto de calorias diminuísse muito durante o cotidiano. Isso contribui muito para o aumento de gordura no corpo.

A origem genética pode influenciar para o desenvolvimento da obesidade. O desequilíbrio metabólico e alterações hormonais podem alterar o apetite e a forma como o corpo reage para absorver e utilizar gordura. Por isso, é importante notar desde a infância o peso ideal e logo condicionar a pessoa a um estilo de vida saudável.

Além de condições físicas fatores psicológicos podem estar ligados à obesidade. Pessoas que comem sem moderação para tentar aliviar fobias tendem a desenvolver a doença.

Depois de instalada, a pessoa obesa sofre discriminações sociais. Para a sociedade o bonito é magro, e não gordo. Além disso, as pessoas obesas necessitam de condições especiais para certas atividades comuns. O obeso tem dificuldade para sentar em cadeiras comuns e precisa de vestuário especial.

Para tratamento é recomendada dieta, exercício físico e cirurgia. Concomitantemente com o tratamento médico é feito o acompanhamento psicológico. Normalmente o obeso que emagrece separa sua vida em duas fases: antes e depois de superar a doença.

Hoje, a obesidade é considerada como um crescente problema de saúde pública. Estima-se que no mundo haja 300 milhões de obesos.

Juliana Miranda - Equipe do SitedeCuriosidades.com
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Sabia como surgiu o papel-moeda


Dinheiro: um pedaço de folha que tem valor de troca. Historicamente o papel-moeda começou na Idade Média, quando recibos de papel de depósitos de ouro circulavam com valor de troca. Essa era a moeda-corrente na época.

Os comerciantes se preocupavam com a circulação de ouro e sua forma de avaliação. Esse era um processo demorado: pesar o metal, avaliar seu teor e sua densidade. Logo, para facilitar o sistema, surgiram os “bilhetes de banco” na Itália e em outros países entre os séculos 12 e 15. Quem depositasse o ouro no banco recebia um comprovante. Esse recibo passou a servir como dinheiro, como conhecemos hoje. No mundo oriental o papel-moeda já circulava antes dos bilhetes de banco se espalharem pela Europa. O navegador Marco Polo registrou em uma viagem para a China, no século 13, que naquelas terras existia uma forma monetária em papel incompreensível aos europeus. No ocidente, os bilhetes de banco foram se desenvolvendo naturalmente. As primeiras cédulas de dinheiro da Europa foram emitidas na Suécia em 1661. O Banco Stockholms foi obrigado a elaborar um papel-moeda que tivesse valor e credibilidade.

No Brasil tem-se registro do primeiro papel-moeda a circular oficialmente em 1771. Eles eram chamados de “permuta do ouro” e de “bilhetes de extração de diamantes” e tinham valor no mercado. Já no Século 17 o Brasil enfrentava falsificação das moedas de cobre. Logo o país foi obrigado a emitir bilhetes de troco ao cobre, no ano de 1833. Em 1900 ocorreu a emissão oficial de outros tipos de papel-moeda: 69 tipos de notas de Banco e outras 33 do Tesouro Nacional circularam no mercado.

Até 1923 o Banco do Brasil tinha feito sua última emissão bancária. Em 1965 foi fundado no país o Banco Central do Brasil, que ficou responsável pela circulação de papel-moeda. Atualmente a Casa da Moeda do Brasil é o órgão que produz as cédulas do Real. Ela possui uma das melhores tecnologias mundiais para a fabricação de papel-moeda.


Juliana Miranda
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Pássaros mudam sua melodia por causa de ruído da cidade



Os pássaros estão mudando suas músicas para se fazerem ouvir mais do que o ruído das cidades, mas o movimento pode significar a diminuição de suas ninhadas.

Os cientistas descobriram que os machos dos pássaros chamados em inglês de Great Tits estão cantando em freqüências mais altas a fim de combater o barulho da vida moderna. Mas, apesar de sua maior frequência, as músicas e os próprios pássaros machos estão sendo menos atraentes para as fêmeas da espécie.

Portanto, os pássaros machos que lutam para fazer suas canções em baixas frequências ouvidas, ou aqueles que a mudam para altas frequências menos atrativas, estão em risco de não encontrarem uma companheira de procriação.

Wouter Halfwerk da Universidade de Leiden, na Holanda, disse: "Estes dados são fundamentais para nossa compreensão do impacto do ruído antropogênico em pássaros selvagens, porque eles fornecem evidências de que músicas de baixa frequência estão sendo ligadas ao sucesso reprodutivo e de que ser afetado por ruído dependente da eficiência do sinal. "

Um artigo, publicado na revista PNAS, é o último a mostrar os efeitos nocivos do ruído urbano em aves.

Estudos anteriores sugeriram que alguns tordos teriam abandonado o coro do amanhecer para cantar à noite, quando as ruas são mais silenciosas, enquanto tentilhões do México, adotaram a tentativa de cantar mais alto.

No novo experimento, os ninhos dos pássaros Great Tits num parque nacional holandes foram estudados durante Abril e Maio de 2009 e 2010.

Pesquisadores registraram a comunicação entre machos e fêmeas, analisando ??o nascimento dos filhotes e colocando gravações do canto dos machos para as aves do sexo feminino com diferentes níveis de ruído de fundo.

Eles descobriram que os pássaros que cantavam músicas de baixa frequência eram menos propensos a serem traídos por seus companheiros.

Já quando os machos eram barulhentos, as fêmeas eram menos propensas a sair de seus ninhos para acasalar.

Além disso, "os indivíduos que têm de se contentar com locais barulhentos podem sofrer de emparelhamento e terem seu sucesso reprodutivo reduzido".


Tradução de Juliana Miranda.
Fonte: Telegraph
segunda-feira, 4 de abril de 2011 0 comentários

Como enfrentar o medo ao volante


Alguns motoristas se encontram com essa fobia, as vezes por motivo de algum acidente ou mesmo começou a ter ansiedade ao dirigir, mas existe muitas maneiras de se livrar deste fantasma:
O motorista, já habilitado deve ter certeza de que sabe dirigir, ou seja, de que domina pelo menos os princípios básicos da condução do automóvel.
Se o medo for intenso, é preferível começar aos poucos. Primeiro entre no carro e dê a partida, sem tirá-lo do lugar.
Depois o exercício pode ser algo como tirar e colocar o veículo na garagem.
Vencidos estes obstáculos é hora de ter contato com outros carros, dando uma volta no quarteirão.
É necessário repetir as voltas até não sentir mais desconforto e insegurança ao fazer aquele percurso. Pisicólogos afirmam que isso leva em média sete voltas.
Chega o momento de escolher outros quarteirões, perto de casa.
Repita as voltas durante alguns dias, em pelo menos três quarteirões.
O passo seguinte é estabelecer objetivos: ir à padaria, à farmacia e a escola, por exemplo.
Liste-os em ordem crescente de dificuldade, enfrentando-os gradativamente.Procure ajuda de um instrutor de trânsito. Ao dirigir junto a um profissional nos sentimos mais seguros.
Aproveite para observar, eliminar dúvidas, fazer testes simulados (virtual), se sentindo como um aprendiz você se sente mais a vontade de errar e recomeçar.
Depois de refazer algumas aulas, seu teste final é pegar uma estrada, que requer mais malícia, pois a velocidade é maior.
O conselho é fazer isso apenas quando tiver domínio total das situações da cidade.
Se ainda estiver inseguro, procure um psicólogo. Este profissional irá lhe ajudar a sair da toca e ser um novo motorista.
Fonte: Jornal Mão na Roda
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Voce ja viu um Teclado Japones?

Um teclado sempre apresenta diferenças de acordo com o idioma para o qual está configurado. O teclado em português do Brasil, por exemplo, tem teclas para o acento grave (o “`”, que indica crase) e o Ç, símbolos próprios da nossa língua.
O mesmo acontece em outros países: os espanhóis têm a tecla “Ñ“, os gregos têm os caracteres que representam letras como “alfa“, “beta” e “gama” e assim por diante.
A coisa complica um pouco para idiomas não-ocidentais. Vamos pegar o exemplo do japonês: na terra do sol nascente, eles escrevem com dois silabários de 43 caracteres (lembre-se: o nosso alfabeto tem só 23 letras) e com um sistema de centenas de ideogramas, sinais que representam conceitos ou idéias.
Para fazer esse monte de símbolos caberem em um teclado de computador, os japoneses precisaram usar a cabeça. A solução foi engenhosa: as sílabas mais usadas são acessadas diretamente, as menos usadas aparecem com a ajuda de teclas de apoio e os ideogramas surgem na tela dos programas de edição de texto.
Não é tão complicado: basta se habituar à configuração do teclado, como você confere nos exemplos do infográfico abaixo. QUESTÃO DE PRÁTICA Japoneses usam dezenas de caracteres com a ajuda de teclas de apoio e editores de texto SÍLABAS MAIS USADAS Os principais elementos da escrita japonesa são dois silabários (conjuntos de sílabas), cada um composto por 43 caracteres.
Desse total, os mais usados aparecem impressos diretamente no teclado.
Basta apertar a tecla correspondente e a sílaba aparece na tela SÍLABAS MENOS USADAS As sílabas menos usadas também aparecem impressas no teclado, mas em tamanho menor. Para acessá-las, é preciso acionar a tecla correspondente junto com alguma tecla de apoio ? o shift, por exemplo.
É o mesmo processo que a gente usa para digitar letras maiúsculas IDEOGRAMAS Além do silabário, a escrita japonesa também utiliza centenas de símbolos que representam conceitos ou idéias, os ideogramas. Para digitá-los, o usuário precisa de algum programa de edição de texto que ofereça uma lista de todos os ideogramas. Daí, basta clicar no atalho da lista de ideogramas (digitando alt + “) e escolher o seu ? o processo é parecido com a opção “inserir símbolo” do Word
Veja como ele é:
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Carnaval, Cinzas e Quaresma


Olhando para o calendário, rapidamente se percebe que é a Páscoa quem rege o Carnaval: a Páscoa é celebrada no primeiro Domingo da lua cheia após o equinócio da primavera, no hemisfério Norte. O Carnaval acontece entre 3 de Fevereiro e 9 de Março, sempre quarenta e sete dias antes da Páscoa, ou seja, após o sétimo Domingo que antecede o Domingo de Páscoa.

Carnaval

O Carnaval é uma festividade popular colectiva, cíclica e agrária. Teve como verdadeiros iniciadores os povos que habitavam as margens do rio Nilo, no ano 4000 a.C., e uma segunda origem, por assim dizer, nas festas pagãs greco-romanas que celebravam as colheitas, entre o séc. VII a.C. e VI d.C.
A Igreja viria a alterar e adaptar práticas pré-cristãs, relacionando o período carnavalesco com a Quaresma. Uma prática penitencial preparatória à Páscoa, com jejum começou a definir-se a partir de meados do século II; por volta do século IV, o período quaresmal caracterizava-se como tempo de penitência e renovação interior para toda a Igreja, inclusive por meio do jejum e da abstinência
Tertuliano, São Cipriano, São Clemente de Alexandria e o Papa Inocêncio II foram grandes inimigos do Carnaval, mas, no ano 590, a Igreja Católica permite que se realizem os festejos do Carnaval, que consistiam em desfiles e espectáculos de carácter cómico.
No séc. XV, o Papa Paulo II contribuiu para a evolução do Carnaval, imprimindo uma mudança estética ao introduzir o baile de máscaras, quando permitiu que, em frente ao seu palácio, se realizasse o Carnaval romano, com corridas de cavalos, carros alegóricos, corridas de corcundas, lançamento de ovos, água e farinha e outras manifestações populares.
Sobre a origem da palavra Carnaval não há unanimidade entre os estudiosos, mas as hipóteses “carne vale” (adeus carne!) ou de “carne levamen” (supressão da carne) levam-nos, indubitavelmente, para o início do período da Quaresma. A própria designação de Entrudo, ainda muito utilizada entre nós, vem do latim “introitus” e apresenta o significado de dar entrada, começo, em relação a esse tempo litúrgico.

Cinzas

No dia seguinte, a cinza recorda o que fica da queima ou da corrupção das coisas e das pessoas. Este rito é um dos mais representativos dos sinais e gestos simbólicos do caminho quaresmal.
Nos primeiros séculos, apenas cumprem este rito da imposição da cinza os grupos de penitentes ou pecadores que querem receber a reconciliação no final da Quaresma, na Quinta-feira Santa, às portas da Páscoa. Vestem hábito penitencial, impõem cinza na sua própria cabeça, e desta forma apresentam-se diante da comunidade, expressando a sua vontade de conversão.
A partir do século XI, quando desaparece o grupo de penitentes como instituição, o Papa Urbano II estendeu este rito a todos os cristãos no princípio da Quaresma. As cinzas, símbolo da morte e do nada da criatura em relação a seu Criador, obtêm-se por meio da queima dos ramos de palmeiras e de oliveiras abençoados no ano anterior, na celebração do Domingo de Ramos.

Quaresma

O termo Quaresma deriva do latim “quadragesima dies”, ou seja, quadragésimo dia. É o período do ano litúrgico que dura 40 dias: começa na quarta-feira de cinzas e termina na missa “in Coena Domini” (Quinta-Feira Santa), sem inclui-la.
O sexto Domingo, que dá início à Semana Santa, é chamado “Domingo de Ramos”, “de passione Domini”. Desse modo, reduzindo o tempo “de passione” aos quatro dias que precedem a Páscoa, a Semana Ssanta conclui a Quaresma e tem como finalidade a veneração da Paixão de Cristo a partir da sua entrada messiânica em Jerusalém.
Uma prática penitencial preparatória para a Páscoa, com jejum, começou a surgir a partir de meados do século II; outras referências a um tempo pré-pascal aparecem no Oriente, no início do século IV, e no Ocidente no final do mesmo século.
Nos primeiros tempos da Igreja, durante esse período, estavam na fase final da sua preparação os catecúmenos que, durante a vigília pascal, haveriam de receber o Baptismo.
Por volta do século IV, o período quaresmal caracterizava-se como tempo de penitência e renovação interior para toda a Igreja, inclusive por meio do jejum e da abstinência, marcas que ainda hoje se mantêm.
Na Liturgia, este tempo é marcado por paramentos e vestes roxas, pela omissão do “Glória” e do “Aleluia” na celebração da Missa.
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Cão carneiro



  Quando o fazendeiro chinês Liu foi verificar se sua ovelha já havia dado à luz, levou um susto.
Mãe e filhote estavam bem mas a aparência da mais nova ovelha da fazenda era, no mínimo, surpreendente. Ainda úmido, o filhote apresentava a lã característica dos ovinos mas olhos, nariz, boca, patas e rabo eram definitivamente de um cão.
  Liu afirma que após 20 anos criando ovelhas jamais havia visto caso semelhante e acredita que a criatura é mesmo um híbrido de cachorro e ovelha, apesar do Centro de Tecnologia Pecuária da cidade já ter confirmado que o cão-carneiro não passa de um cordeiro anormal.
  Mas isso não conteve a curiosidade dos turistas que continuam visitando a fazenda do Sr. Liu para conhecer o seu pequeno cão-carneiro.
 
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